quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Breve
E mais uma vez, é o medo, o receio, que teimam em me lembrar que prefiro não ter, não sentir, não desejar. Não quero saudades, quero momentos tão curtos que de nada vou me lembrar. Não quero admirar, almejar qualidades alheias, quero amaldiçoar nomes, criar mitos de discórdia e dizer que usei, e também fui usada. Nunca vou chorar pela perda, do que jamais quero ter, e não vou arriscar prender-me, prefiro culpar-me por tudo, a sós, sem par, sem limitações. E vou sim dizer NUNCA, sempre.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Confissão
Eis que me ponho em confissão
Do latente anseio por teu beijo
Ao mais sórdido desejo
Contrastam com tamanha aflição
Enquanto milhas infligem frustração
Sinto o abraço cálido da noite acalmar
O tremor febril que está a pulsar
Me encontro mediante aceitação
Aos Poucos, cores esmaecem
Inebriantes segredos aflorecem
A razão, de poucas verdades, vem ressaltar
O tórrido fardo que é te amar
relevem minha melosidade clichê rs
Do latente anseio por teu beijo
Ao mais sórdido desejo
Contrastam com tamanha aflição
Enquanto milhas infligem frustração
Sinto o abraço cálido da noite acalmar
O tremor febril que está a pulsar
Me encontro mediante aceitação
Aos Poucos, cores esmaecem
Inebriantes segredos aflorecem
A razão, de poucas verdades, vem ressaltar
O tórrido fardo que é te amar
relevem minha melosidade clichê rs
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Bia
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