Tu és meu nunca
Inalcansável prelúdio
De maliciosas vontades
A dualidade perversa
De amargas verdades
Tu és meu sempre
Em pensamentos latentes
O que há de mais belo
O que arde veemente
Assim me perco em incontáveis versos
Nobre intenção de te descrever
Mas nunca ei de escutar
O que de mim queres dizer
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... e segue o vazio
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